O que sentir se não conhece o sentimento que está a incomodar?
Definitivo, como tudo o que é simples. Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.
Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter tido junto e não tivemos,por todos os shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado, e não compartilhamos. Por todos os beijos cancelados, pela eternidade.
Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para nadar, para namorar.
Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas angústias se ela estivesse interessada em nos compreender.
Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.
Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável,um tempo feliz.
Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um verso:
Se iludindo menos e vivendo mais!!! A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento,perdemos também a felicidade.
A dor é inevitável. O sofrimento é opcional...
domingo, 15 de janeiro de 2012
Se o meu sorriso mostrasse o fundo da minha alma, muitas pessoas ao me verem sorrir, chorariam comigo! [Kurt Cobain]
Estou aproveitando o dia de chuva pra preparar um visual novo pro blog... Este verde já encheu meu saco. Já que o domingo é entediante, está chovendo e meu humor está anti-social, nada melhor que naufragar no computador.
"Quero atingir um estado de elevação que me dê a liberdade da dor, do sofrimento e do mundo externo"
Há quem prefira voar, há quem prefira sonhar como também há quem saiba que viver é mais que comprar e comer. A liberdade torna-se sempre numa decisão, numa procura ou numa viagem com aventura para encontrar o propósito. Cair e levantar é lograr a perfeição numa oportunidade que não posso desperdiçar.
Enquanto batalho contra mim mesma, perco as forças e energias contaminando o meu mundo em lamentações e sofrimento com a ilusão de que a salvação está por entre aqueles que me rodeiam. Minha criança ferida quer atenção, companhia e carinho desmedidos, sem lógica, sem razão, sem nada parecido com o que já houve antes.
A esperança existe como os rios que nunca deixam de correr para o oceano, nem as estrelas deixarão de brilhar e eu acredito que uma delas conseguirei alcançar. Perdoa-me então por estar novamente a exigir tanto ti, mas somente tu fazes parte da minha mente e do meu ser e, sendo assim eu não gostaria de ter que me deparar com os seus trapos, restos e raspas. Mas mesmo te amando tanto enquanto meus lábios dizem que eu te odeio e eu tento fazer você sentir através das minhas ofensas toda dor e medo que eu sinto, saiba que podem passar mil dias, mil anos, eu nunca soltarei as tuas mãos para que assim estejas sempre no meu coração.
Depois de todas as brigas, crises, ofensas e descontrole, eu extravaso minhas decepções, coloco a criança ferida a fazer pirraça diante de todos para chocá-los e logo depois baixo os braços rapidamente na esperança que o amanhã venha modificar os contornos e unir de novo os nossos caminhos, para que juntos possamos voltar a trilha-los acreditando na cura, no controle e em dias melhores.
O coração dói tanto aqui dentro por tudo que me fazes sem saber ou sem desejar, por tudo que eu faço por descontrole, por tudo que eu gostaria de arrancar de vez da minha vida e por toda tempestade que eu causo e me arrependo tão terrivelmente depois... Nesses momentos fico fria, distante, descrente, pensando que o melhor mesmo é fugir, sumir, te largar, morrer... Qualquer coisa que tire dos meus olhos tudo que trás a dor e o medo à tona novamente.
Cada dia é uma batalha dolorosa e cansativa na mesma rotina, é como correr uma maratona em círculos, por mais que você se canse, nunca chega a lugar nenhum... Muitas coisas me machucam, me incomodam e me fazem sangrar por dentro, a oscilação de amor e ódio, de esperança e desespero, de querer viver e morrer... Viver esperando por tudo sem esperar por nada.
Minha cabeça não tem andado boa, a cada dia que passa sinto que chego mais pra beira do abismo...
Nirvana sempre foi de longe minha banda favorita e essa música me falava na alma, juntamente com algumas outras, antes mesmo de eu me saber borderline... (In) feliz coincidência...
Eu gostaria que as pessoas entendessem de uma vez por todas que eu não sou borderline por escolha, opção e tampouco conveniência. Existe uma clara diferença entre,o que eu sou, o que eu quero ser e o que eu POSSO SER. E é neste estágio que eu estou agora, na transição do que eu sou para o que eu posso ser. Sem me preocupar com o que as pessoas querem de mim. Desisti de tentar corresponder as expectativas dos outros e anular a mim mesma, cansei dos sorrisos falsos, cansei das manipulações dos meus parentes, aliás, cansei tanto deles, que me mudei e eles nem tem meu endereço atual, eles apenas acreditam que ainda moro na casa antiga, que é própria e que guarda alguns móveis meus, e que “vivo batendo perna” por aí. Mas pra que contar? Eles sempre me enchem de críticas e me fazem olhar pra trás pra lamentar o que foi deixado... Cansei do algoritmo de funcionamento que eles, por tanto tempo, me obrigaram a executar. Agora, eu quero ser livre... mas não é assim do dia pra noite que as coisas acontecem...
Tenho andado deprimida e desanimada, tudo porque sei que em breve serei deixada sozinha enquanto meu namorado, mais uma vez, viaja sei lá pra qual escola de pilotagem, pra ficar mais sei lá quanto tempo, pra tirar uma tal especialização ou voltar com as mãos abanando mais uma vez... Na verdade, detesto a idéia de me relacionar com um piloto, por tudo que envolve a “carreira”, desde as viagens, a não ter um endereço pra procura-lo no meio do expediente em uma emergência e principalmente pelas vadias que ele terá como colega de trabalho, na forma de comissárias, aeromoça ou qualquer porcaria dessas, que já que são galinhas destituídas de asas, usam o avião pra voar e galinhar.
Enfim... Não posso fazer nada e só Deus sabe como dói esta impotência e esta briga interior entre os meus insights e meu transtorno.
Minha psicóloga diz que este mecanismo é o de testar o amor das pessoas por mim, pra ver até onde elas são capazes de ir ou o que são capazes de abandonar. Seguindo esta “lógica” eu busco descobrir se estou realmente segura naquele relacionamento ou se serei deixada, trocada ou diminuída perante alguma coisa como minha mãe fazia comigo. Isso se resume em: “você me ama mesmo, em qualquer situação ou vai fazer igual a minha mãe?”
Quando me decepciono eu brigo, grito, faço escândalo e até fico muda. Mas uma coisa é certa, minhas emoções são intensas, me dou inteira, me desgasto, me gasto, me canso de amar, de odiar, me empenho, vou ao extremo. Não sei ser menos que intensa...
Talvez isso seja uma fraqueza, uma doença, uma fuga... Será algo positivo de alguma forma? Não sei. Já tentei ser de outra forma, esse é um dos motivos pelo qual faço terapia, me cansar menos de minhas relações, me cansar menos de mim mesma. Só que me saturo, perco a paciência, a fé, a confiança, a vontade... Faço os dias pesados, sangro os pés, pois, nunca me lembro de por as sandálias para caminhar nesta estrada longa e cheia de pedras. Cada dia um novo desafio na mesma rotina... Dá pra entender?
A vida nunca deixará de ser um desafio, acredito eu... Embora muitas vezes tenha pensado em desistir, e acho que ainda retornarei a esse pensamento, pois, toda vez que uma dor forte vem, é inevitável, pensar que ficar sem sensação me traria paz... Mas evitar pensamentos de inferiorização, tortura, culpa e morte também é um desafio que estou vencendo, dias sim... dias não.
Posso apenas dar boas razões para que gostem de mim.
E ter paciência para que a vida faça o resto..."
(William Shakespeare)
Cheguei a este pensamento meditando ontem sobre meus problemas e minhas necessidades, percebi que, ao invés de clamar que os outros me deem o que me faltou na infância e etc, eu preciso tirar um aprendizado desta dor e ajudar a quem, hoje está sofrendo como eu já sofri. Vou encontrar o amor que preciso e preencher meu vazio, ajudando ao próximo, fraternidade é a resposta do meu sofrimento. As coisas começam a ficar mais fáceis quando, você entende os mecanismos da sua mente, quando você entende que tudo é uma questão de atração kármica e que não existe ninguém que sofra injustamente, por mais que doa, alguma coisa eu fiz pra atrair a estória da infância sofrida que eu tive e sim, isso me deixou cicatrizes e muitas dores, mas além disso tudo fica a indagação: "Quem eu fui antes? O que eu fiz? Porque precisei reencarnar e pagar deste jeito?"
As respostas eu não tenho, mas posso deixar estas questões um pouco de lado e aprender com a vida e com as situações, reverter meu karma, ajudar ao próximo, parar de pedir que olhem pra mim, pra minha dor e ajudar a quem sofre e assim começar um novo plantio, para no futuro colher frutos mais doces. Mas claro que chegar a esta conclusão não torna em nada a minha jornada fácil, apenas me dá entendimento, o entendimento que antes me faltava. Haverão dias difíceis, haverão dias de crise e de choro, assim como haverão dias pra cantar e dançar na chuva.
Basta um passo a frente e não estará mais no mesmo lugar.
"Tenho andado confusa e sem saber que rumo seguir. Será que o caminho a ser percorrido é o caminho certo? Será que existe o certo? Entender a verdade por trás das entrelinhas transborda, Sufoca a ideia de saber que o bem está subentendido no vazio. Percorrer a verdade em meio ao caos, Perdendo a essência do ser e existir. Quem disse que sentir é pra dentro? No meu caso sinto pra fora, Com sangue e ferida que nunca se fecha. Aonde chegar se não se sabe aonde vai? Esquecer quem é, tentando ser algo incoerente, Analisando o lado esquerdo sem entender direito. Como se saber fosse fácil."
O dia 30 não foi fácil, acordei estressada, fiquei o dia inteiro raivosa, irritada, com os nervos a flor da pele e as respostas sarcásticas e agressivas na ponta da língua. Todos os lugares que eu fui estavam cheios, e tanta gente por todo lado só me irritou mais. Em todos os lugares onde tenho a sensação de "não estar no controle", fico angustiada, com medo, insegura... E tudo isso se reflete nesse modo mais primitivo de se defender, que é atacar.
Falei mais do que devia e por consequência, ouvi mais do que podia suportar, como sempre... Por mais que alguém tente entender o que se passa na minha cabeça, a tentativa falha em algum momento e o que eu ouço são as queixas, as cobranças... tudo sendo jogado na minha cara e aumentando ainda mais minha dor...
Sinto-me uma criança que tem vontade de brincar trancada no quarto não importando o dia de sol que faça lá fora, simplesmente porque aqui dentro é o meu mundo e por mais sombrio que ele seja eu aprendi a fazer de tudo que me machuca minha companhia, as exigências das pessoas lá de fora fazem eu me sentir impotente, "anormal"...
E o pior de tudo... o pior de tudo, eles acreditam que é escolha minha estar trancada aqui dentro...
Quando li estas palavras pela primeira vez, fiquei paralisada, pasma, emocionada... Cada palavra parece que foi sentida e escrita por mim mesma. Me admira quando alguém escreve o que eu sinto com profunda exatidão...
Frágil – você tem tanta vontade de chorar, tanta vontade de ir embora. Para que o protejam, para que sintam falta. Tanta vontade de viajar para bem longe, romper todos os laços, sem deixar endereço. Um dia mandará um cartão-postal de algum lugar improvável. Bali, Madagascar, Sumatra. Escreverá: penso em você. Deve ser bonito, mesmo melancólico, alguém que se foi pensar em você num lugar improvável como esse. Você se comove com o que não acontece, você sente frio e medo. Parado atrás da vidraça, olhando a chuva que, aos poucos começa a passar.
Existe dentro da minha alma uma raiva da solidão tão grande que chega a ser incontrolável. A solidão gera meu sofrimento, o medo do abandono me faz perder o controle e me sentir desesperada. É como olhar para o horizonte e avistar apenas a árvore negra tortuosa. O frio me arrepia, o silêncio invade, o cérebro combina idéias, os olhos se banham em uma melancolia irritante. A tristeza invade a alma e não mais sai. Os pensamentos se tornam movimentos de elétrons e saem como faíscas no fio não recapado. São breves e incômodos, leves e autônomos… Impossível prever a reação da alma diante dos fatos rotineiros que machucam e que acabam cegando. Cegam por dentro, pois a visibilidade é a mesma, a interpretação é que se torna fria e distante. A solução é me unir ao que tanto odeio, pois acaba sendo a minha única companhia. Mesmo que eu não queira, acabo querendo por obrigação do ser pensante por detrás desse tolo ser. Minha dor escondida a 7 chaves vai lentamente se perdendo no meu interior. Ela invade e não pede licença, ela faz maldades e se diverte, se alimenta...
É preciso viver um sonho E ter a certeza de que tudo vai mudar É necessário abrir os olhos E ver que as coisas boas Estão dentro de nós.
Onde os desejos não precisam de razão Nem os sentimentos de motivos. Adoro-te não pelas coisas que você faz, Nem pelo o que você é,
E sim pela a sensibilidade plena Que o torna um ser especial Em um mundo cheio de coisas Tão comuns...
O importante é viver o momento e Aprender com a sua duração Porque a vida está nos olhos de Quem sabe viver!
Por isso viverei intensamente cada minuto Como se fosse o último.
A vida é muito especial, Há tanto pra se fazer, aprender e por fazer aos outros Que certamente, vale a pena viver ainda que seja para apenas ver um sorriso brotar no rosto de uma criança.
Apesar de todas as complicações que encaro dia após dia, ainda tenho a alma e sonhos de criança para cantar canções de esperança.
> O ano novo se aproximando me faz repensar e encarar a vida de maneira mais otimista, fazer novos planos e comemoras as pequenas vitórias.
>> Por falar em viver um sonho, agora eu escrevo um outro blog, também sobre o TPB, mas numa outra abordagem. Lá eu falo sobre meu cuidador e sobre o passo a passo desta lenta e desafiante evolução no caminho do meio ao lado de alguém que dá fim ao meu vazio e que está comigo tanto nas calmarias quanto nas tempestades.
Todos os anos eu fico muito apreensiva com a chegada das "festas de final de
ano", já há algum tempo eu venho colecionando amargas desventuras a cada 24 e 25 de dezembro. A data "máxima da cristandade" me deixa tensa, ansiosa, me sentindo completamente invadida e me forçando a criar, ensaiar e manter um personagem que me permita participar das festividades hipócritas e trocar sorrisos amarelos com um monte de gente que sequer lembrou ou tomou conhecimento da minha existência nos quase 360 dias anteriores a este "evento familiar".
Pela primeira vez me permiti ficar longe das críticas e opressão dos meus pais, pela primeira vez em muito, muito tempo eu não fiquei na casa deles... Pensei que seria muito bom pra mim, mas como tudo que acontece na minha vida, teve um lado bom e um outro lado pior ainda. Sinceramente, depois de tudo que aconteceu, acho que preferia estar na casa dos meus pais, enfrentando meus antigos fantasmas outra vez, pelo menos lá os inimigos são conhecidos de longa data, mas o que eu consegui foi criar uma nova ferida em meio a tantas já existentes e não espero que ninguém me entenda ou concorde comigo, simplesmente quem não sabe como é estar neste assombro claustrofóbico que me cerca não pode opinar ou pelo menos não deveria, somente quem vive aqui dentro sabe como é frio e solitário.
Eu me precipitei, fui pra um lugar e não estava preparada pro que aconteceria lá, me senti mais uma vez diminuída, me senti mais uma vez dando vida ao personagem que convive com muitas pessoas ao mesmo tempo e disfarça o caos que isso gera com sorrisos e conversa fiada. Mas, fui atacada mais uma vez e como dói ter que controlar minhas respostas e atitudes de auto defesa em prol de alguém que muitas das vezes nem está se dando conta do meu esforço. Mas ainda assim, tentei controlar a onda como deu, respirei fundo, tentei segurar com uma frágil linha o touro ensandecido que habita aqui dentro de mim e me esforcei muito pra controlar meu sistema de sarcasmo ou agressão física à "mulherzinha" que me provocou, medidas essas que não me livraram de uma "mini-crise" em forma de DR, nem dos tremores, nem da dor de cabeça, nem da vontade de chorar e sumir...
Quero organizar o pensamento e descrever o que aconteceu em mais um (in)feliz natal da minha encarnação borderline, mas hoje não... a raiva ainda está circulando pelas minhas veias, daí eu mordo meus lábios por dentro, o coração dispara a cabeça vai a mil e eu me perco de mim mesma. Por hoje, me serve este desabafo, assim como disse Arjuna à Krishna no Bhagavad Gita:
" Pois a mente, ó Krishna, é inquieta, turbulenta, obstinada e muito forte, e a mim me parece que subjugá-lá é mais difícil que dominar o vento"
O dia hoje (a caminho de casa) foi triste e cinza, mais uma briga, mais uma crise, mais uma ferida, mais uma sensação pungente de derrota e impotência. Estou cansada de dar tantas voltas no mesmo carrossel mal assombrado de sempre. Meu corpo pode ser de mulher, meu diploma universitário pode comprovar minha idade cronológica, minha cara amarrada pode intimidar, mas o que ninguém vê, o que ninguém sabe é que aqui dentro deste corpo ainda vive uma garotinha, uma criança medrosa, frágil e insegura que deixou de brincar boneca e que agora brinca de pique-esconde no mundo real onde ninguém entende a brincadeira de se esconder do mundo pra proteger a si mesma.
Ser borderline dói apesar de as pessoas pensarem que ser borderline só machuca aos outros... Ser borderline dói!
Li algumas críticas falando muito bem deste filme, outras diziam que o filme tratava os borderlines apenas como pervertidos sexuais e beberrões. Não assisti ainda pra dar a minha pitada de opinião, mas fala do TPB e eu vou assistir, pelo trailer acho que vou gostar... Gostei muito da música de fundo, "Can You Hear Me" do Christian Marc Gendron, e de algumas cenas em especial... Vou assistir neste feriado de Natal. Deixo aqui o link pra quem se interessar, visto que, foi muito difícil encontrar este filme.
Titulo Original: Borderline
Título no Brasil: Além dos Limites
Ano de Lançamento: 2008
Gênero: Drama
Música: "Can You Hear Me" from Christian Marc Gendron
Duração: 1H 50 Min
Tamanho: 696 Mb / 358 Mb
Sinopse: A história de Kiki é mostrada em diferentes fases de sua vida. Com a mãe internada, ela é criada pela avó, que não se preocupa com ela. Seu refúgio é a escola. Sua vida antes dos 30 está bem longe de ser um conto de fadas. Ela se envolve com diversos homens, um após o outro. Sexo e álcool são suas únicas saídas e sua rotina. Mas aos 30 anos, Kiki enfrenta o maior de todos os desafios: aprender a amar a si mesma. Adaptação dos romances Borderline e La Brèche, da canadense Marie-Sissi Labrèche.
Um drama erótico sobre uma mulher enfrentando seu aniversário de 30 anos, que olha para sua vida crescendo com a avó, a mãe louca e seu excesso de indulgência com os homens, sexo e álcool.