sábado, 26 de maio de 2012

Quase 30.

Estou há algumas horas de completar 30 anos e não sinto nenhuma animação pra comemorar nada. Não é pelo impacto da chegada dos 30, porque no meu caso, chegar até aqui diante de todas as circunstâncias me faz uma sobrevivente. Mas no fundo da minha alma ecoa o vazio de quem não tem nada a comemorar a não ser aquela velha ideia que as pessoas tem de agradecer a Deus por permanecerem respirando. Não são as minhas escolhas (diretas) que me colocam neste mar de angústia e tristeza, são as escolhas dos outros que interferem na minha vida, que alteram minha rotina de "paz controlada" que me incomoda. A sensação do vazio me dilacera a alma, atravessa minhas células uma a uma e me reduz a um sistema orgânico, nada mais que um sistema orgânico funcionando. E para qualquer um é muito fácil opinar com o que fazer e como fazer, o que pensar e o que dizer, mas o único problema é: ninguém vive aqui dentro, ninguém sente minhas dores e meus medos, sendo assim dispenso a hipocrisia dos discursos de auto ajuda. A solidão, ainda que momentânea me apavora e o que eu posso fazer? Talvez procurar alguém que se preocupe com o meu dever de casa...


terça-feira, 22 de maio de 2012

Canja de Galinha não faz mal a ninguém.

Estou aprendendo a ser mais calada, me envolver menos com as pessoas, me entregar com reservas e manter o pé atrás, e não está sendo ruim, muito pelo contrário. Continuo sendo extrovertida, brincalhona quando estou com " a galera", mas em certas situações e na presença de certas pessoas, o lance agora é me resguardar. Nos trabalhos em grupo, nas aulas com pessoas imbecis ou no trabalho, a palavra de ordem tem sido silenciar e observar mais, bem mais. 

Mas como tudo tem um começo e um porque, tomar esta decisão não poderia ter sido diferente. Tudo começou quando um filho da puta, em tom amistoso e sorriso estampado no rosto me pediu um favor, que de início parecia inofensivo o que eu não esperava era que, de alguma forma, isso chegasse ao conhecimento da chefia do trabalho e me renderia uma pergunta maliciosa e uma liçãozinha patética de moral, vinda de quem faz o que eu fiz com maestria e anos no posto, mas deixa estar... O bom é que fica a lição.

Quanto ao traíra filho da puta, ele ainda anda tentando se chegar, fingir que nada aconteceu, ser meu amiguinho e eu fico na minha, em momento nenhum eu cheguei nele pra interrogar ou questionar como a ajuda que ele me pediu chegou ao conhecimento da chefia, não perguntei nada porque não curto dar moral pra macaco que quer aparecer, continuo fazendo meu trabalho e mantendo distância das rodinhas de disse-me-disse. Prudência e canja de galinha não fazem mal a ninguém.

Estou dando meu boi pra não brigar, mas sou capaz de dar uma boiada inteira pra não perder a  briga. Estou na minha, eles que não me provoquem!

terça-feira, 15 de maio de 2012

Memória

“E qualquer coisa que eu recorde agora, vai doer. A memória é uma vasta ferida.”
Chico Buarque


segunda-feira, 14 de maio de 2012

Alta tensão

Gosto dos venenos mais lentos, das bebidas mais amargas, das drogas mais poderosas, das idéias mais insanas, dos pensamentos mais complexos, dos sentimentos mais fortes… tenho um apetite voraz e os delírios mais loucos.
Você pode até me empurrar de um penhasco que eu vou dizer:
- E daí? Eu adoro voar!
Não me dêem fórmulas certas, por que eu não espero acertar sempre. Não me mostrem o que esperam de mim, por que vou seguir meu coração. Não me façam ser quem não sou. Não me convidem a ser igual, por que sinceramente sou diferente. Não sei amar pela metade. Não sei viver de mentira. Não sei voar de pés no chão. Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma pra sempre.





Do que adianta querer ser brilhante em um lugar que quer apenas que eu seja medíocre? Vou "tacar" o foda-se e deixar rolar, vou cuidar apenas do meu próprio rabo e cuidar pra que ninguém me prejudique, de resto.... Foda-se! Chegou o momento em que eu preciso escolher entre acompanhar a burrice alheia ou pedir demissão e perder meu emprego confortável ao lado da minha casa.

domingo, 13 de maio de 2012

Totalidade do ser

Muitas preocupações, muito estresse no trabalho e na faculdade, muitas frustrações e os velhos fantasmas de sempre à solta, minha cabeça parece uma panela de pressão, moendo e remoendo essas coisas sem parar, e o inevitável bate a porta... Meu segundo final de semana doente, indisposta. E depois, ainda tem gente que não acredita na tríade do ser, o mental, o espiritual e o físico. 
Pobres daqueles que acreditam que apenas intervenções biológicas e medicamentosas podem curar um ser na sua totalidade. Tolos que são...


terça-feira, 8 de maio de 2012

Gente imbecil... meu karma!

Eu estou sem nenhuma paciência. Ultimamente, tem sido incrível, a quantidade de gente burra, mimada, imbecil, incompetente e preguiçosa que tem me aparecido! Tem horas que dá vontade de simplesmente mandar todo mundo pra casa do caralho e sair fora... mas o meio social nos obriga a viver anestesiados, sorrindo amarelo pra esse bando de sementes mal plantadas que já nascem com cara de abortadas (parodiando Cazuza).

Hoje, no trabalho, "minha colega" estava passando um exercício completamente errado, que qualquer observador mais atento notaria a grosseria do engano, e eu não sou dessas pessoas que trabalha por trabalhar, que encara trabalho bufando de raiva ou que se prostitui por um salário, eu amo o que eu faço, e por esse motivo, estou SEMPRE estudando, dar aula não é pra qualquer um e não pode ser feito de qualquer maneira, e quem escolheu fazer isso na vida, TEM QUE FAZER e se a pessoa não gosta, deveria realmente repensar a "carreira". Daí, esperei um momento, quando menos alunos estavam próximos e em voz baixa e tom amigável de quem ensina, corrigi a "colega de trabalho" que de mimada e filhinha preciosa da mamãe que é, logo torceu o nariz e não gostou. 

Depois veio me dizer que fui antiética, que não deveria corrigir ela e mais um monte de abobrinhas que eu nem absorvi porque meu botão foda-se estava no on. Eu simplesmente respondi que, se ela não gosta de aprender, ok e que já que ela tem orgulho e não gosta de ser ensinada que ela deveria pelo menos estudar e que eu só notei o erro dela porque eu estudo, no mais disse pra ela não se preocupar que não corrigiria mais e me desculpei da boca pra fora, por protocolo mesmo. 

E quer saber? Foda-se pra filhinha pata-choca da mamãe, deixa a vida ensinar a ela pelos meios mais dolorosos, quando os alunos dela perceberem que tem uma aula de merda e começarem a reclamar e a cabeça dela rodar, talvez seja tarde pra aprender, mas ela vai, e de resto... um foda-se pra ela. Não tenho saco pra filhinhos mimados da mamãe que borram as calças no mundo real, pessoas que não tem humildade pra entender que só a própria mamãe os acha incrivelmente inteligentes e que não entendem que a lei de ouro do mundo é batalhar. Isso é karma, é linha encarnatória e eu não tenho nada a ver se ela foi um verme, um bicho preguiça, uma lontra, um protozoário na outra vida e continua nessa vidinha...

Agora é só fazer o meu trabalho, bem feito do jeito que eu gosto de fazer, porque gosto de ensinar, ajudar, construir na vida dos meus alunos, trabalhar a mente além do corpo, harmonizar os traumas, entender os processos que nos fazem ser seres além do biomecânico, além do biológico. E ela que estude, porque minha boca eu não abro mais pra ajudá-la, não vou ficar dando luz  a cego que não quer enxergar.



domingo, 6 de maio de 2012

Peso nas costas...

É muito angustiante e desesperador para mim sentir um cansaço irremediável, um espinho cravado no meu pé que não posso arrancar, simplesmente porque não depende de mim. É terrível sentir um cansaço não-físico mas, que acaba repercutindo no meu corpo quando sinto o sono do desânimo e da depressão, por ter que pagar por algo que foi escolhido por outras pessoas há quase uma década atrás... E agora, resta a mim, conviver com isto dia após dia, fazendo uma força maldita pra não explodir e dizer (mais uma vez) tudo que eu penso.Dessa vez a terapia tem sua importância, foi orientação da minha terapeuta não me envolver e não tentar resolver os problemas dos outros, não me sentir responsável por isso e tão pouco assumir pra mim a necessidade (ou obrigação?) de fazer alguém dar certo... Isso não é problema meu, eu preciso repetir este mantra:" o problema não é meu" e só faz parte de mim enquanto eu aceitar, permitir e quiser. 


terça-feira, 1 de maio de 2012

No meu limite.

"Feeling like a freak on a leash
Feeling like I have no release.
How many times have I felt diseased? 
Nothing in my life is free... is free."


Realmente estou me sentindo como uma aberração ambígua, que hora quer partir pra brutal ignorância com pessoas amadoras e incapacitadas e outrora só quer que tudo termine bem, em paz.
Me sinto num misto de desejar o sangue da vingança e a água da purificação... Mas acima de tudo, tenho andando muito revoltada com o maldito professor que nos submete a uma terrível tortura psicológica, nos pressionando e nos obrigando a trabalhar com um grupo grande de pessoas que, em sua maioria, não se suportam, daí ele consegue um clima infernal e estragar todo proveito que poderíamos tirar da disciplina dele, tudo se torna um fardo pesado e amargo. E eu, ainda tenho que aturar tudo e conter meu furacão interno, manter-me serena e controlada em meio ao campo minado. Tem sido muito difícil suportar tanta gente babaca e burra e agora, como se não bastasse, o grupo tem como líder uma crente sem personalidade, que quer agradar gregos e troianos. Estou me sentindo sufocada, a beira de um ataque, a beira do meu limite.



segunda-feira, 23 de abril de 2012

O Cristianismo fede!

"Eu li a Bíblia de capa a capa. Chamar aquele livro de 'a palavra de Deus' é um insulto a Deus. Chamar aquele livro de um guia moral é uma afronta à decência e dignidade dos povos. Chamá-lo de guia para a vida é fazer uma piada de nossa existência. E pretender que ela seja a verdade absoluta é ridicularizar e subestimar o intelecto humano." 

Friedrich Nietzsche



Pra ilustrar a excelente citação de  Friedrich Nietzsche, nada melhor que a imagem deste verme imundo, corrupto, dissimulado, alienador e destruidor de muitas famílias que acreditam nos absurdos que este ladrão prega em suas lavagens cerebrais, chamadas pelos mais ignorantes de culto.  A humanidade seria bem melhor sem vermes malditos como este!

sábado, 21 de abril de 2012

Ódio

... E você aprenderá a não causar sofrimento falando mais do que devia.


Sinto o ódio exalando de cada poro, me inundando de uma necessidade urgente de causar dor e agonia a quem só mal me fez. O desejo de vingança vem e me toma de cheio e o mar que outrora era tranquilo e sereno agora é revolto e tempestuoso. As lágrimas que já derramei e as dores que eu já senti, tu terás também a oportunidade de experimentar, eu te garanto isso.


Avesso

Por te querer tanto
não mais te quero.
Por me fazer pranto
não mais espero.
Por te querer encanto
não mais me espanto.


Meu sentimento é avesso,
verso e reverso,
acolhimento e arremesso,
os dois lados da mesma moeda,
amor e ódio no mesmo endereço.


Te quero aqui
te quero distante
te recebo em meu leito
te vejo errante.


Aconchegada ao teu peito
te desejo amante
não te quero livre e saltitante
te almejo preso ao meu regaço
te encontro no tempo de um abraço.


Vá embora
Fique aqui
Não demora
Saia de mim.



Não sou masoquista, no entanto, as imagens me perseguem. Nosso amor sobrevive na carnificina da guerra, em meio a tiros e amputações. Fios elétricos se enroscam em meus sonhos. Pombas e corvos. No varal roupas brancas, pretas e alguns negativos queimados. 

Fico imaginando as pernas daquela vadia. A boca em desalinho. A câmera captando as imagens, as fotos dela, nua, nos seus e-mails, protegidas com a sua senha. Um tapa no meio assimétrico da minha cara. Às vezes, ele faz isso, mira no meio do rosto e enfia as duas mãos inteiras, ácidas na minha cara. Um abismo vermelho entre eu e ele. Ele dá gargalhadas quando percebe que meu riso se fecha. E eu tantas vezes perdida na inconveniência de suas mãos. Deixo-o falando sozinho, grito e bato as portas do meu desespero para abrir segundos depois, sempre em explosões cada vez maiores de ódio, tristeza e agonia. Ciclopes correm atrás de mim, me cercam, me mostram cordas fortes e longas: “Em terra de cegos, quem tem um olho é rei.”. Ando sem rumo, nas ruas as pessoas velam seus defuntos, algumas levam seus mortos nas costas. Tropeço em caixões. Os meus fantasmas são tão palpáveis, tão concretos, tão reais! Eles acabam riscando o brilho fosco dos meus sapatos. Algumas pessoas encostam-se a mim, pedem desculpas constrangidas. Que se fodam elas e seus constrangimentos. Por que não engolem suas desculpas? Seria mais fácil eu disfarçar minha cara de nojo e tédio. As buzinas me lembram aquela velha louca que não para de gritar, parece um rádio fora de estação. Um rio verde e calmo explode dentro de sua boca. Pequenos caranguejos devoram meu presente já morto. 

Já não sei o que é mais forte, a vontade de matar ou de morrer.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

O egoísta

Tenho fortes dores de cabeça, impaciência, mau humor, vontade de morrer e uma cartela a menos de calmante, fruto dos últimos dias infernais que tenho (sobre)vivido. Como pode alguém ser tão egoísta a ponto de cobrar o seu padrão de normalidade a alguém que simplesmente não enxerga o caminho do meio. Como alguém pode dizer que me ama se não entende que sou feita de extremos opostos que se colidem? Minha vida não é um circo e meu transtorno não é o show de bizarrice humana que me proponho a fazer, por mais que eu queira ser de outro jeito, minha mente funciona assim cheia de traumas e associações que doem muito mais em mim do que sou capaz de fazer doer em alguém. Mas falar tudo isso é filosofar sobre o nada, sobre o tudo que um egoísta se nega a ver e que assim se faz nada... Nada... 

domingo, 15 de abril de 2012

Boca de Lobo

Minh'alma deita suas vísceras no asfalto estrelado,
as tripas ainda esverdeadas digerem
sonhos e vertigens de outros tempos
vejo olhos e âncoras suspensas no espaço.

meu corpo é um cão pardo e faminto,
é uma cidade durante a noite
quando todas as casas trazem seus lixos à porta

Meu coração é um esgoto a céu aberto.


tela: Jose Luis Fuentetaja

terça-feira, 10 de abril de 2012

Um atleta boçal - Parte 2

Depois deste post, fiquei com muita coisa pra ser resolvida, não dá pra simplesmente engolir certas coisas e seguir assobiando como se nada tivesse acontecido. Em um momento de não mais aceitar sofrer pressão e ser responsabilizada por algo além de minha alçada eu pus a boca no mundo até ser ouvida, ainda não fui totalmente, mas consegui chamar atenção pro meu problema.

"Na sexta-feira, J**** me fez passar constrangimento público com ofensas do tipo "vai tomar no cú" e ameaças de agressão física, incluindo "quero só ver a nota que você vai me dar" e me ameaçou fisicamente. Eu não posso continuar nesta situação, onde o professor se nega a tomar uma decisão, e me delega funções que não são minhas, eu não sou professora do J**** ele não é problema meu.  Eu não posso correr risco de sair roxa da faculdade ou tomar um tiro na testa por causa de uma disciplina onde o professor se dá ao direito de não interceder em hipótese alguma."

"Como eu vou arrastar essa situação até o final do semestre quando aquele atleta boçal vai se achar no direito de ter uma nota alta sem ter feito nada e além de tudo infernizado a minha paz? Vou pagar pra ver se ele vai mesmo "acabar com a minha raça" como ele promete pelos corredores, enquanto o professor desfruta da sua posição de professor acadêmico?!"

"Gostaria que você, como monitor, levasse essa situação ao conhecimento do professor e tentasse interceder, estou pensando em ir a DEAM relatar esta situação, dizer que estou sofrendo agressões  verbais e ameaças físicas que o professor sabe de tudo e permanece omisso. O que eu não posso é me acabar por causa de uma matéria de faculdade." 

Feito isso eu lavei a alma, por conselho da minha psicóloga. Realmente ela estava certa quando me fez enxergar que eu não preciso provar nada a ninguém, que eu não preciso lutar bravamente pra não ser posta como cauda, mais uma vez como há tantos anos atrás. Aquilo passou e eu preciso enxergar essa nova realidade, eu não preciso mais abraçar todas as responsabilidades e arcar com o peso de tudo me cobrando 100% de rendimento sempre e sempre. Eu preciso me permitir me descobrir e viver.

Depois deste texto, o professor resolveu sair do posto de omisso e marcou uma reunião com o grupo inteiro amanhã, após a aula. Não estou esperando muito daqueles covardes pífios, que se não fosse o analgésico social chamado prouni ou enem nem saberiam o que é um campus de uma faculdade, no mais eles são farinha do mesmo saco, tão acéfalos quanto o atleta boçal e além de tudo não tem culhão suficiente pra assumir uma postura. Sei que vão tentar botar panos quentes, sair pela tangente e subir no muro, que é o lugar dos covardes e fracos, mas pelo menos o professor já saiu da sua redoma de vidro. Vamos ver o que acontece, estou firme no pensamento de ir a delegacia, minha integridade moral e física não tem preço. No mais, não vou nem pra julgar e nem pra ser julgada, irei apenas expor minha situação de fragilidade, que julgue o professor e que Deus limpe meus caminhos e me afaste dos seres desprovidos de capacidade intelectual.


segunda-feira, 9 de abril de 2012

É impossível esquecer...

O que mais me dói é ter memória e todos os dias ter que me lembrar de tudo que eu queria poder esquecer.

Gostaria de chegar no fim da minha vida com Alzheimer pra esquecer todas essa sujeira de uma vez e partir com a cabeça vazia.

domingo, 8 de abril de 2012

Sou livre e sou normal, porque não?

Ando meio cansada dessa coisa de "blog borderline", dessa atmosfera claustrofóbica e doente onde nos escondemos e relatamos nossas vidas como se pedíssemos desculpas a sociedade por sermos assim, onde acabamos parecendo mais doentes que realmente somos, sempre atormentados e angustiados com sentimentos de vazio porque ninguém nos entende. Estou cansada desse "clube border" onde as pessoas parecem adorar disputar quem está mais na merda que o outro e de súbito entrar na disputa do pseudofeliz do momento... 

Sou normal com minhas limitações, como qualquer outro ser humano, todos temos nossas limitações e essa choradeira suicida começa a me irritar...



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